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Diagnóstico
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A ONU estima que vivem no mundo quase 7,6 bilhões de humanos numa proporção de aproximadamente 1,01 homem para 1 mulher. Mas a cultura de submissão da mulher ao homem, presente desde a antiguidade obrigou as Nações Unidas a criar um departamento próprio para buscar a igualdade de direitos humanos para as mulheres. No Brasil a ONU MULHERES tem sua sede em Brasília e a embaixadora brasileira é a atriz Camila Pitanga.

 

Somos mais de 200 milhões de brasileiros, sendo 51% mulheres (Censo 2010). Desde a década de 1970, a fecundidade caiu de 6,3 filhos por mulher, para 1,9 (Censos 1970, 2010). A expectativa de vida da população subiu: 78,8 anos para as mulheres, e 71,6 anos para os homens (IBGE 2014). Todos estes fenômenos afetam o tamanho e a configuração das famílias, com o aumento de domicílios urbanos e rurais chefiados por mulheres.

 

Segundo dado do IBGE, em 2014, as famílias chefiadas por mulheres são 88% de todas as famílias inscritas no Cadastro Único e que dependem de auxílio do governo para sua subsistência. Ainda há uma grande proporção de mulheres em idade ativa e ausentes do mercado de trabalho. Outro número significativo é o de mulheres que trabalham sem remuneração. Aquelas que são remuneradas pelo serviço que executam estão deixando os serviços domésticos e agrícolas para buscar mais espaço na construção civil, comércio, reparação de veículos, educação e administração pública. Mas, quando se compara os salários em relação a hora trabalho e a escolaridade existe uma extrema desigualdade.

 

Cabe a mulher ainda um amplo volume de horas dedicadas aos afazeres domésticos conhecidas como segunda e terceira jornadas. A mulher trabalhadora tem que cumprir ainda as jornadas de dona de casa, esposa e ainda buscar qualificação e educação. E o mais grave são os casos de violência contra a mulher. Levantamento feito pela USP e publicado no jornal O GLOBO mostra que nos primeiros dias do ano de 2019 foram registrados 107 casos de feminicídio.

 

São, em média, cinco ocorrências por dia. Sessenta e oito terminaram em morte; as outras 39 foram tentativas. É uma tragédia nacional — há episódios conhecidos em 94 cidades, distribuídas em 21 estados a maioria acontece nos finais de semana, a arma geralmente é faca ou objeto contundente e entre 10 casos 7 são cometidos pelo companheiro ou ex-companheiro.

 

DADOS DA VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER NO BRASIL - dados da agenciabrasil

De acordo com o Atlas da Violência de 2018, feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, 4.645 mulheres foram assassinadas no país, segundo dados de 2016.

 

Levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública estima que mais de 16 milhões de mulheres, cerca de 27,35% das brasileiras, sofreram algum tipo de violência durante o ano passado. De acordo com a pesquisa, 536 mulheres são agredidas por hora no país, sendo que 177 sofrem espancamento.

Nos primeiros 90 dias de 2019 ao menos 126 mulheres foram mortas no Brasil. Também foram registradas 67 tentativas de feminicídio – assassinato de mulher, em razão de sua condição de gênero.

 

EM PONTA GROSSA

A Delegacia da Mulher de Ponta Grossa atende em média mais de duas ocorrências de abuso e violência contra a mulheres por dia. Em 2018 foram mais de 900 Boletins de Ocorrência.

A cidade ainda tem pouca representação política feminina, hoje temos uma deputada, uma vereadora e uma vice-prefeita. Na última eleição foram 156 candidatas para o cargo de vereadora e apenas 1 se eleita, a grande maioria foram candidaturas somente para preencher a cota de 30% necessária para validar os candidatos homens dos partidos.

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